- Al Manar TV - Lebanon: US Veterans Still Suffer Gulf War Illness: Report
Tuesday, November 18, 2008
International News Coverage - Gulf War Syndrome is Real
Relatório afirma que síndrome do Golfo Pérsico em militares é real
Um em cada quatro militares americanos que lutaram na Guerra do Golfo entre 1990 e 1991 ainda sofre as seqüelas do conflito, revelou hoje um relatório federal.
Estima-se que na operação militar lançada para responder à invasão do Kuwait por parte das tropas do então presidente iraquiano Saddam Hussein tenham participado pouco menos de 700 mil soldados americanos.
O mal, identificado como "síndrome do Golfo Pérsico", seria conseqüência da exposição a substâncias tóxicas, incluindo pesticidas, assim como um remédio administrado para proteger as tropas dos gases neurológicos, indicou o relatório.
"Os testes científicos não deixam dúvida de que a 'doença do Golfo' é um problema real com causas reais e graves conseqüências para os ex-combatentes afetados", informou o relatório preparado por um comitê de especialistas e ex-militares por ordem do Congresso.
A "doença do Golfo" é constituída por "uma complexa variedade de sintomas" que incluem problemas persistentes da memória e da concentração, dores de cabeça crônicas, transtornos gastrintestinais e outras disfunções.
Embora alguns veteranos de guerra afetados pela doença tenham conseguido se recuperar com o tempo, o relatório indica que até o momento não se identificou uma cura específica.
"Esta investigação põe ponto final a um dos capítulos mais obscuros do legado da Guerra do Golfo", disse Anthony Hardie, um dos membros do comitê, em entrevista coletiva.
"Trata-se de uma vitória agridoce, porque isto é o que os ex-combatentes (dessa guerra) estiveram dizendo todo o tempo. O Governo federal desperdiçou anos...tratando de rejeitar qualquer coisa que afetasse os veteranos", acrescentou.
Un informe federal confirma el "síndrome del Golfo Pérsico"
Washington, 17 nov (EFE).- Alrededor de uno de cada cuatro de militares estadounidenses, que combatieron la Guerra del Golfo Pérsico entre 1990 y 1991, sufre todavía las secuelas de ese conflicto, revela hoy un informe federal.
Se calcula que en la operación militar, lanzada para castigar la invasión de Kuwait por parte de las tropas del entonces presidente iraquí Sadam Husein, participaron unos 700.000 soldados estadounidenses.
El mal, identificado como "el síndrome del Golfo Pérsico", ha sido consecuencia, probablemente, de la exposición a sustancias tóxicas, incluyendo pesticidas así como un medicamento administrado para proteger a las tropas de los gases neurológicos, indica el informe.
"Las pruebas científicas no dejan duda de que la enfermedad del Golfo Pérsico es un problema real con causas reales y graves consecuencias para los ex combatientes afectados", señala el informe preparado por un comité de expertos y ex militares por orden del Congreso.
La enfermedad del Golfo Pérsico está constituida por "una compleja variedad de síntomas" que incluyen problemas persistentes de la memoria y la concentración, dolores de cabeza crónicos, trastornos gastrointestinales y otras anormalidades crónicas.
Aunque manifiesta que algunos veteranos de guerra afectados por la enfermedad han logrado recuperarse con el tiempo, el informe indica que hasta el momento no se ha identificado una cura específica.
"Esta investigación pone punto final a uno de los capítulos más oscuros del legado de la Guerra del Golfo Pérsico de 1991", señaló Anthony Hardie, uno de los miembros del comité en una conferencia de prensa.
"Se trata de una victoria agridulce, porque esto es lo que los ex combatientes (de esa guerra) han estado diciendo todo el tiempo. El Gobierno federal desperdició años... tratando de rechazar cualquier cosa que afectara a los veteranos", añadió.
"La enfermedad del Golfo Pérsico no es un síndrome imaginario", afirmó Ken Robinson, alto oficial de inteligencia que participó en la investigación inicial de los problemas de salud causados por el conflicto entre 1996 y 1997.
"Es algo real que ha devastado a las familias. Este es el momento de reponer los fondos que fueron eliminados en la oficina de Administración de Asuntos para Veteranos. Nuestra misión es garantizar que se ayude a estos ex combatientes", agregó.
Monday, November 17, 2008
Relatório afirma que síndrome do Golfo em militares é real
WASHINGTON - Um em cada quatro militares americanos que lutaram na Guerra do Golfo entre 1990 e 1991 ainda sofre as seqüelas do conflito, revelou nesta terça-feira, 18, um relatório federal. O comitê avaliou que a síndrome do Golfo é uma condição física distinta de outras síndromes de guerra. Estudos anteriores haviam concluído que não eram doenças distintas.
Estima-se que na operação militar lançada para responder à invasão do Kuwait por parte das tropas do então presidente iraquiano Saddam Hussein tenham participado pouco menos de 700 mil soldados americanos.
O relatório pode ajudar aqueles que sofrem da síndrome a conseguir vencer batalhas por tratamento e indenização, uma vez que a doença se manifesta em forma de diversos problemas neurológicos inexplicáveis, de câncer de cérebro a esclerose múltipla.
O mal, identificado como síndrome da Guerra do Golfo, pode ser conseqüência da exposição a substâncias tóxicas, incluindo pesticidas, assim como um remédio administrado para proteger as tropas dos gases neurológicos, indicou o relatório.
"Os testes científicos não deixam dúvida de que a 'doença do Golfo' é um problema real com causas reais e graves conseqüências para os ex-combatentes afetados", informou o relatório preparado por um comitê de especialistas e ex-militares por ordem do Congresso.
A "doença do Golfo" é constituída por "uma complexa variedade de sintomas" que incluem problemas persistentes da memória e da concentração, dores de cabeça crônicas, transtornos gastrointestinais e outras disfunções.
Embora alguns veteranos de guerra afetados pela doença tenham conseguido se recuperar com o tempo, o relatório indica que até o momento não se identificou uma cura específica.
"Esta investigação põe ponto final a um dos capítulos mais obscuros do legado da Guerra do Golfo", disse Anthony Hardie, um dos membros do comitê, em entrevista coletiva.
"Trata-se de uma vitória agridoce, porque isto é o que os ex-combatentes (dessa guerra) estiveram dizendo todo o tempo. O Governo federal desperdiçou anos tratando de rejeitar qualquer coisa que afetasse os veteranos", acrescentou.
Ampliada às 15h15
Un informe federal confirma el "síndrome del Golfo Pérsico"
Washington, 17 nov (EFE).- Alrededor de uno de cada cuatro de militares estadounidenses, que combatieron la Guerra del Golfo Pérsico entre 1990 y 1991, sufre todavía las secuelas de ese conflicto, revela hoy un informe federal.
Se calcula que en la operación militar, lanzada para castigar la invasión de Kuwait por parte de las tropas del entonces presidente iraquí Sadam Husein, participaron unos 700.000 soldados estadounidenses.
El mal, identificado como "el síndrome del Golfo Pérsico", ha sido consecuencia, probablemente, de la exposición a sustancias tóxicas, incluyendo pesticidas así como un medicamento administrado para proteger a las tropas de los gases neurológicos, indica el informe.
"Las pruebas científicas no dejan duda de que la enfermedad del Golfo Pérsico es un problema real con causas reales y graves consecuencias para los ex combatientes afectados", señala el informe preparado por un comité de expertos y ex militares por orden del Congreso.
La enfermedad del Golfo Pérsico está constituida por "una compleja variedad de síntomas" que incluyen problemas persistentes de la memoria y la concentración, dolores de cabeza crónicos, trastornos gastrointestinales y otras anormalidades crónicas.
Aunque manifiesta que algunos veteranos de guerra afectados por la enfermedad han logrado recuperarse con el tiempo, el informe indica que hasta el momento no se ha identificado una cura específica.
"Esta investigación pone punto final a uno de los capítulos más oscuros del legado de la Guerra del Golfo Pérsico de 1991", señaló Anthony Hardie, uno de los miembros del comité en una conferencia de prensa.
"Se trata de una victoria agridulce, porque esto es lo que los ex combatientes (de esa guerra) han estado diciendo todo el tiempo. El Gobierno federal desperdició años... tratando de rechazar cualquier cosa que afectara a los veteranos", añadió.
"La enfermedad del Golfo Pérsico no es un síndrome imaginario", afirmó Ken Robinson, alto oficial de inteligencia que participó en la investigación inicial de los problemas de salud causados por el conflicto entre 1996 y 1997.
"Es algo real que ha devastado a las familias. Este es el momento de reponer los fondos que fueron eliminados en la oficina de Administración de Asuntos para Veteranos. Nuestra misión es garantizar que se ayude a estos ex combatientes", agregó.